Mostrando postagens com marcador Audrey Hepburn. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Audrey Hepburn. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Por que preto é minha cor preferida

Posso afirmar que ao menos 70% das minhas roupas são pretas, e isso não aconteceu intencionalmente. Preto, sem dúvidas, é a minha cor preferida para roupas (apesar de não ser uma cor, cientificamente falando).  Vestir preto, pra mim, é algo confortável e descomplicado, e com o bônus de ser muito estiloso.

Mortícia já dizia: Preto é uma cor muito alegre.
Preto é fácil e democrático de ser usado. Em termos práticos, ele combina com quase todas as cores, e também funciona muito bem quando "combinado" consigo mesmo. Pode ser uma ótima base para acessórios e para juntar em um mesmo look cores que talvez não ficariam bem juntas se estivessem sozinhas. Há também um ponto econômico: preto pode parecer chique mesmo que seja em uma peça barata.

É uma cor cheia de significados, que podem ir de uma ponta a outra da escala. "Como é que o preto pode denotar tanto a opressão (os nazistas, por exemplo) como também a rebelião de jovens (punks e góticos)? Como pode ser o traço distintivo de vestuários religiosos (freiras e padres), e também de fetichistas bondage? Nenhuma outra cor exerce tantas funções, em tantos campos, como o preto faz. É excepcionalmente versátil e flexível." [Rebecca Willis].

Não é por nada que preto é clássico. Coco Chanel foi uma das primeiras a perceber seu poder, e depois dela, muitos outros o usaram como sinônimo de elegância e sofisticação. Um exemplo foi Givenchy, ao criar o figurino de Bonequinha de Luxo. E apesar da indústria da moda tentar dizer que o rosa, o azul ou o laranja é o novo preto, o velho preto ainda está muito presente e não acho que ele vá se tornar obsoleto tão cedo.





E aí, vocês usam bastante preto? Gostam de looks all-black ou preferem misturar com outras cores?

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Look: Over the knee

Quando eu respondi a tag Minha moda, na semana passada, percebi que eu não tenho publicado no blog tantos looks quanto eu gostaria. Sempre que saio de casa acabo ficando sem tempo ou até mesmo esquecendo de fotografar, mas eu quero mudar isso. Os meus looks não são fabulosos, nem nada disso, mas como eu gosto muito de ver o que as outras pessoas estão vestindo, eu penso que outras pessoas talvez também gostem disso.

Enfim, sábado fui encontrar com algumas amigas e, apesar do sol, o clima aqui no Rio Grande do Sul estava bem fresquinho. Vesti minha blusa da Audrey, uma calça jeans, jaqueta de couro, cachecol (tô sentindo frio no pescoço por causa do meu cabelo curto) e botas over the knee.


Já fazia algumas estações que eu queria uma bota over the knee, e eu nunca as encontrava pra vender na minha cidade. E agora que elas são tendência as opções são inúmeras, então aproveitei pra comprar a minha. Escolhi um modelo bem simples e de salto baixo porque assim vou acabar usando mais vezes, além de eu achar bem mais confortável. Esse modelo é da Via Marte.


E então, tu gosta de ver posts com looks? E o que tu acha das botas over the knee?

terça-feira, 19 de maio de 2015

Minha coleção da Audrey + wishlist

Conheci o trabalho da Audrey lá por 2009, e desde que virei fã eu fico bastante animada em adquirir objetos que tenham a ver com ela. E como maio é o seu mês de aniversário, decidi mostrar pra vocês algumas dessas coisas que formam a minha coleção da Audrey.

A primeira vez que assisti um filme da Audrey (foi Bonequinha de Luxo) foi na internet mesmo, mas depois que ela conquistou meu coração de vez eu comecei a comprar os filmes em DVD. Quero muito completar a coleção, pelo menos com os meus preferidos, mas são esses os que eu tenho até agora.


E como vocês sabem, eu gosto muito de livros. O primeiro que eu adquiri foi o Audrey Hepburn International cover girl, que é uma biografia contada através de capas de revista em que a Audrey apareceu ao longo da vida. O Quinta avenida, 5 da manhã vocês já conhecem. Escrevi sobre ele há alguns dias e tá rolando sorteio aqui no blog. E por fim, o meu preferido dos três, o Audrey Hepburn An elegant spirit, escrito pelo filho da Audrey, o Sean.


E tem também as t-shirts. Encontrar blusas da Audrey não é tão fácil assim (pelo menos não na minha cidade), e essas duas que eu tenho são meus xodós. Já publiquei look com elas, aqui e aqui.


E fiz também uma wishlist de livros e outras coisinhas mais que eu quero muito ter. Olha só!


1. Just being Audrey, um livro infantil, com ilustrações fofíssimas, e que conta a história da Audrey.
2. Audrey Style, um livro sobre o estilo dela.
3. Audrey Hepburn, livro escrito pelo Barry Paris e que é considerada a biografia mais real dela.
4. Quadro de Funny Face, que é um dos meus filmes preferidos dela.
5.  DVD de Charada, que é um dos meus filmes preferidos dela também.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Look: Cintura alta e Audrey Hepburn

Uma das coisas que eu mais gosto sobre as roupas é que elas podem se comunicar tão bem com a gente, sem nem precisar de palavras. Elas podem expressar para os outros o que a gente é ou o que a gente gosta, e elas também podem "falar" com nós, como usuários, de forma emocional. Tenho certeza que você, assim como eu, já se apegou a uma peça de roupa, porque ela te lembra alguém ou alguma coisa boa ou porque tu se sente incrível vestindo ela. E eu acho isso sensacional!

Hoje eu vesti um look que é bem simples, mas que une duas das minhas peças preferidas, justamente pelo que eu escrevi ali em cima: me apeguei a elas emocionalmente, por algum motivo.


Essa calça jeans foi uma das primeiras de cintura realmente alta que eu comprei e também é a que tem a cintura mais alta de todas (ela chega a ficar em cima das costelas!). Fazia um bom tempo que eu não a usava, mas vesti-la me lembrou o quanto eu gosto dessa calça, principalmente porque ela define bem a minha silhueta, e eu adoro isso!

E a blusa, foi a minha primeira da Audrey e eu provavelmente nunca vou me livrar dela. Ela é de moletom, tem a ilustração da Audrey em Bonequinha de Luxo e tem uns detalhes em paetê preto. Mas eu acho que o que eu mais gosto nela é a modelagem das mangas, que é diferente e deixa os ombros bem marcados.


E por fim a jaqueta de couro, que também é uma das minhas peças preferidas e que já apareceu aqui. Mas essa eu vou deixar pra falar mais sobre em outro look, ok? Se tu quiser, comenta o que tu achou do look, se tu gosta de cintura alta e também o que te faz se apegar a alguma peça de roupa.

Ah, e se tu não tá sabendo, tá rolando sorteio do livro Quinta avenida, 5 da manhã aqui no blog!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Quinta avenida, 5 da manhã (Sorteio)

Assim como a moda, o cinema também costuma retratar o comportamento e as transformações da sociedade em determinados momentos. Confesso que até ler Quinta avenida, 5 da manhã, escrito por Sam Wasson, eu não entendia o porquê do filme Bonequinha de Luxo ser tão famoso (afinal, não é nem de longe o meu preferido da Audrey), e muito menos pensava que ele tinha alguma importância histórica. O fato é que essa leitura não só fala sobre a criação do livro homônimo de Truman Capote, mostra como se deu a adaptação desse livro para o cinema e detalhes de seus bastidores, como também me abriu os olhos para seu impacto, principalmente para a mulher do começo dos anos 1960.


Holly Golightly, a personagem principal dessa história, é uma mulher independente, que vive sozinha em New York, dá as melhores festas e flerta com os homens. Um lifestyle bastante diferente do que era esperado das mulheres na década de 1950, dentro e fora das telas. "Bonequinha de Luxo foi um passo à frente na representação da mulher no cinema e foi um dos primeiros filmes a nos pedir que simpatizássemos com uma moça ligeiramente imoral". E justamente por essa imoralidade de Holly que Audrey teve muito receio em aceitar interpretá-la. Dá pra imaginar que ela quase rejeitou o papel mais importante de sua carreira como atriz?



Além de relatar tim-tim por tim-tim o processo de produção do filme, com a escolha de roteirista, diretor, musicista, casting do elenco (até do gato!) e bastidores das gravações, Sam Wasson adicionou muitos insights da Hollywood dessa época, que era cheia de censura principalmente em relação ao sexo.

Mas as partes do livro que eu mais gosto são, naturalmente, aquelas que falam sobre a Audrey. O autor do livro dá algumas pinceladas sobre os outros filmes que ela fez e também sobre sua vida pessoal, que sempre esteve em conflito com sua carreira. Ele também aborda a parceria entre ela e Givenchy, que se consagrou em Bonequinha de Luxo, e transformou Holly em um ícone da moda, assim como Audrey já era.

Enfim, como vou escrever muito sobre a Audrey nesse mês e o post mais acessado do blog é justamente A moda em Bonequinha de Luxo, o blog, em parceria com a editora Zahar, vai sortear um exemplar do livro Quinta avenida, 5 da manhã! Queria agradecer a Priscila da Zahar, que foi super querida, e indicar o facebook, twitter e instagram da editora que está sempre publicando livros incríveis (os meus preferidos são os de moda, é claro).

E para participar do sorteio só é preciso ter endereço de entrega no Brasil, curtir a página do blog no Facebook (afinal, o resultado do sorteio vai ser divulgado por lá) e responder o formulário abaixo até dia 30 de maio. O resultado sai no dia 31.

E se você ainda não assistiu o filme Bonequinha de Luxo, a dica é ir pro Netflix que ele tá disponível por lá!

Você pode comprar o livro Quinta avenida, 5 da manhã na Saraiva ou no Submarino.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Maio, mês da Audrey!

O dia de hoje marca o aniversário de 86 anos de Audrey Hepburn. Eu gostaria de fazer uma homenagem, de algum jeito, mas quando se trata de Audrey, isso se torna uma tarefa difícil. Fotos e frases, quem ainda não viu isso? Todo mundo sabe como ela era, e as frases a gente encontra por aí, na internet, apesar de metade delas não serem verdadeiras. Isso é um pouco frustrante porque alguns exageros sempre são adicionados na história dela e quando você percebe ela é retratada como uma espécie de Holly Golightly da vida real. Essa é a imagem que a maioria das pessoas tem dela, né? Mas na verdade, a personagem de Holly é tão, mas tão diferente da personalidade da Audrey, tanto que ela própria achou meio assustador interpretar uma personagem tão extrovertida. E o quão estranho é o fato de que o papel pelo qual as pessoas mais lembram dela seja o que talvez ela tenha menos gostado?

Confesso que eu fico triste quando as pessoas não sabem quem ela realmente foi. Eu acho que a gente tem que conhecer a personalidade dela muito intimamente pra realmente entender o quão bonita Audrey era. Por exemplo, ela era reconhecida por sua figura magra, que pode aparentar uma certa elegância parisiense, mas poucas pessoas sabem que ela era assim por consequência da desnutrição que seu corpo sofreu durante a ocupação nazista na Holanda. Até o ar elegante e delicado que ela tinha pode ser atribuído a sua timidez e insegurança.


Eu percebi que até então eu tenho escrito tão pouco sobre a verdadeira Audrey no blog. Já escrevi muito sobre seus filmes e sua moda, e como não acho que eu consiga fazer uma homenagem propícia em um só post, decidi que nesse mês de maio vou tentar expor, nem que seja um pouquinho, os porquês de eu admirá-la tanto, de achá-la tão incrível e de ela ser minha maior inspiração, e talvez ela se torne inspiração pra vocês também.

Enfim, parabéns, Audrey, pelo teu dia (que eu vou estender para mês porque tu merece muito!). Tu não estás mais aqui para celebrar, mas a gente vai fazer isso por você!

quinta-feira, 19 de março de 2015

7 motivos (fashion) para assistir Cinderela em Paris

Se Bonequinha de Luxo é o filme mais importante da carreira de Audrey Hepburn, Cinderela em Paris é, definitivamente, o mais estiloso. O musical conta a típica história do patinho feio (que nesse caso, de feio não tem nada), onde uma jovem vendedora de livros é encontrada por um fotógrafo e uma editora de moda, vai para Paris, se apaixona e, ao longo do caminho, se torna uma modelo deslumbrante vestindo criações exclusivas! Cinderela em Paris é quase como um desfile ou uma revista de moda, e eu listei 7 motivos fashion para você assisti-lo!

A vendedora de livros que virou modelo

Jo Stockton, personagem de Audrey Hepburn, foi inspirada na modelo Suzy Parker que, inclusive, participa do filme na sequência Think Pink. Jo deixa de ser uma vendedora de livros e vai para Paris modelar, mas apesar de  estar na capital da moda e vestir roupas incríveis, não esquece das coisas nas quais acredita.


A editora de moda

A editora de moda da fictícia Revista Quality é Maggie Prescott, interpretada por Kay Thompson e inspirada em Diana Vreeland, que trabalhou na Vogue e na Harper's Bazaar. Do mesmo jeito que Maggie olhou para Jo e seu "rosto engraçado" e enxergou uma modelo de capa de revista, Diana Vreeland também admirava peculiaridades nas pessoas com quem trabalhava.

Maggie leva muito a sério o seu trabalho na Quality e fala uma das minhas frases preferidas do filme:"Uma revista precisa ser como um ser humano: se entrar dentro de casa deve contribuir com alguma coisa, não pode simplesmente ficar jogada em algum canto. Uma revista precisa ter sangue e cérebro e 'pizzazz'."


O fotógrafo de moda

O fotógrafo de moda Dick Avery, interpretado por Fred Astaire, também foi inspirado em um grande nome da fotografia de moda: Richard Avedon. Além de ser inspiração para o personagem, Avedon também produziu a sessão de fotos, com poses que são características suas. Graças ao fotógrafo, assistir Cinderela em Paris é como folhear uma revista de moda!


Dovima

A modelo Marion, que aparece no começo do filme, foi interpretada por Dovima que era uma das mais importantes modelos na década de 1950 e que também trabalhou muitas vezes com o fotógrafo Richard Avedon.


A sessão de fotos em Paris

Audrey, em seu papel como livreira que virou modelo, posa com looks lindos em vários locais elegantes de Paris: ela corre com balões coloridos no Jardin des Tuileries em um vestido preto de cintura marcada, pesca no rio Sena enquanto veste uma calça capri e chapéu de palha e desce a escadaria do Louvre acenando um lenço de chiffon vermelho.

Essa sequência de cenas é ótima pra entender um pouquinho sobre como funciona a produção de editoriais de moda, a história criada por trás de cada fotografia e como a modelo precisa se conectar com isso tudo para no final ter um bom resultado.

Balões!

Anna Karenina

Mais flores!

Depois da ópera.

Pescaria.

Príncipe encantado.

Tire a foto!


O figurino de Givenchy

A parceria entre Audrey e Givenchy começou no filme Sabrina, mas foi em Cinderela em Paris que ela se consolidou e que ele recebeu seus primeiros créditos. Audrey fez questão de que o estilista criasse o figurino principal de sua personagem, que inclui tanto as roupas usadas na sessão de fotos quanto os looks que a personagem veste no desfile do fictício estilista parisiense Paul Duval.




O figurino secundário

Apesar do figurino glamuroso de Givenchy, os looks mais simples da personagem Jo também são memoráveis. Na primeira cena em que aparece, Audrey veste uma versão feminina da roupa de trabalho de Hubert de Givenchy: uma espécie de colete por cima de uma blusa preta de gola rulê. Já em Paris, a personagem veste um casaco estilo parka da Hermès, uma calça de sarja preta de Rose Bertin e loafers da Tod's, o que lembra um pouco do estilo pessoal de Audrey.



Cinderela em Paris é mais do que um filme com um figurino bonito, é um filme sobre a indústria da moda e que nos lembra que há muitas pessoas envolvidas nos bastidores para colocar a garota na capa da revista.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Look: Coturno, bandana e Audrey Hepburn

Assim como no último look que eu publiquei, tentei mais uma vez combinar alguns elementos que fazem parte da minha personalidade para expressar um pouquinho do meu estilo. Dessa vez, o coturno, a bandana e essa t-shirt maravilhosa da Audrey Hepburn compõe um tipo de look que eu uso muito no dia-a-dia, quando dá aquela preguicinha de fazer uma produção mais elaborada, sabe?
Esse coturno foi o primeiro que eu comprei (há bastante tempo) e é meu preferido! Ele vive no meu pé, apesar de agora no verão eu ter deixado um pouquinho de lado porque o calor tá impossível, né? Já a bandana, confesso não usar tanto assim, mas gosto muito dela porque é um dos poucos acessórios pra cabelo que eu de fato uso. E a t-shirt da Audrey, que é da Divertees (que, inclusive, faz uma t-shirt incrível da Frida Kahlo que eu tô namorando há um tempão!) foi uma das minhas compras mais recentes e é a minha peça preferida do momento.




E então, o que você achou do look e das peças?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A moda em Bonequinha de Luxo

Bonequinha de Luxo é, sem dúvidas, o filme mais famoso protagonizado por Audrey Hepburn. Não se trata apenas de suas cenas icônicas e figurinos memoráveis, mas também do fato de trazer como personagem principal, Holly Golightly, uma mulher independente e que vive sozinha em New York, antecipando a emancipação da figura feminina na década de 1960.
A moda apresentada no filme, no entanto, é tão consolidada que chega a ser impossível falar sobre ele sem citar o clássico vestido preto básico, por exemplo. Então, decidi buscar os looks mais memoráveis vestidos pela personagem principal, além de algumas descrições e curiosidades sobre eles. Olha só!

O pretinho básico

A origem do vestido preto básico (também conhecido como "LBD", iniciais de little black dress), vem das criações de Coco Chanel, na década de 1920. A partir de então, essa peça ficou conhecida por ser atemporal, versátil e bastante acessível. A popularização de sua elegância e sofisticação, no entanto, ficaram a cargo do estilista Givenchy, que criou o vestido longo de cetim com um decote nas costas bem interessante que Holly Golightly veste na primeira cena de Bonequinha de Luxo. Acompanhado, é claro, de um colar de camadas de pérolas da Tiffany.


Podemos ver a versatilidade do vestido preto básico nos looks que Holly veste na sequência. Uma versão mais curta do primeiro vestido, mas desse vez em seda e com alguns babados leves na barra, é combinado primeiro com um chapéu de aba larga com um grande laço creme, depois com um pequeno chapéu com um motivo de pele branca e penas pretas na frente, e, por fim, com um maxi colar.




Os casacos

O trench coat bege que Holly veste na cena final do filme é quase tão icônico quanto o vestido preto. Porém, em cenas anteriores ao desfecho, a peça aparece combinada com um lenço de cabeça, uma camisa polo e uma saia com padronagem de espinha de peixe.


No entanto, outra peça similar também foi muito copiada depois do lançamento do filme. O casaco de lã trespassado, combinado com o chapéu de pele e saltos gatinho, traz uma cor mais vibrante ao look de Holly Golightly, ainda mais em uma sequência de cenas tão leves e divertidas.


O vestido pink

E falando em cor vibrante, não dá pra não citar o vestido de seda pink com fita de cetim na cintura e decorado com apliques em forma de leques (e muitos cristais!). Assim como o casaco laranja, essa peça injeta uma cor no guarda-roupa mais neutro da personagem.


Os looks casuais

Mesmo com todo o glamour que Givenchy coloca ao guarda-roupa de Holly Golightly, ela também tem seus momentos mais casuais em Bonequinha de Luxo. Na cena em que canta Moon River na escada de incêndio, a personagem veste suéter, jeans, sapatilha e uma toalha na cabeça. Em outra cena, Holly está novamente casualmente vestida com um pulôver, calça e sapatilha, tudo criado pela figurinista Edith Head.



Os looks... não tão casuais assim

Além de seus looks casuais, há duas cenas do filme em que Holly aparece vestindo itens bem interessantes. Na primeira cena a personagem aparece com sua roupa de dormir: camisa masculina e a icônica máscara azul-Tiffany com dourado. Em seguida, em sua festa, Holly aparece com um "vestido" feito de lençol, que lembra as togas da antiga Grécia.



Óculos de sol

Criados a pedido de Audrey em 1956, o óculos de sol Oliver Goldsmith (que mais tarde foi batizado como "The Manhattan"), é usado durante todo o filme pela personagem principal.


Maquiagem e penteado

Enfim, não só de roupas é feito um figurino, né? Como destaques estão o batom que Holly usa na cena final do filme e que tem um estilo muito parecido com a cor Pink in the afternoon da Revlon, e o coque banana (também conhecido como french twist), que a personagem usa em grande parte do filme. Achei até um tutorial para o penteado!

Muito do estilo da personagem Holly Golightly é comum ao de sua intérprete, como a gente pode ver no Guia de estilo de Audrey Hepburn que foi publicado no blog semana passada. Além de se tratar de um figurino inesquecível, é uma ótima inspiração de estilo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

5 musas de Oscar de la Renta

No mês passado a indústria da moda perdeu mais um de seus talentosos e renomados criadores, o estilista Oscar de la Renta.

Lembro que a primeira vez que ouvi seu nome foi bem antes de eu começar a estudar moda. Foi durante a minha leitura da série Gossip Girl onde, entre tantas menções de grifes e marcas, a autora Cecily von Ziegesar citou também Oscar de la Renta.

Mesmo sendo dominicano e tendo trabalhado durante algum tempo na Espanha junto de Cristóbal Balenciaga, Oscar de la Renta era bem conhecido como estilista americano. Vestiu muitas primeiras-damas, como Jackie Kennedy e Hillary Clinton, a minha amada Audrey Hepburn, e na TV, a queridinha Carrie Bradshaw e a determinada Blair Waldorf, entre outras muitas celebridades e anônimas.

Jackie Kennedy vestindo Oscar de la Renta em 1962

Hillary Clinton na capa da Vogue de dezembro de 1998

Audrey Hepburn e Oscar de la Renta em 1988

Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) em Sex and the City

Blair Waldorf (Leighton Meester) em Gossip Girl

♥ ♡ ♥ ♡ ♥ ♡ ♥ ♡ ♥ ♡